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sábado, 25 de junho de 2011

Efeitos do Chumbo...


Rolândia está em uma encruzilhada: De um lado, promessas de empregos e impostos... De outro, os direitos  fundamentais à qualidade de vida e ao meio ambiente sadio e equilibrado.  As preocupações dos cidadãos, agricultores e ambientalistas se justificam. Em 2002, devido à falhas fiscalizatórias, ocorreu um grave acidente com chumbo em uma fábrica de baterias no Município de Bauru-SP. Segundo o Wikipedia, o chumbo é um dos mais perigosos metais tóxicos pela quantidade e severidade dos seus efeitos. Pode ter efeitos no sangue, medula óssea, sistema nervoso central, periférico e rins, resultando em anemia, inapetência (anorexia), encefalopatia, dores de cabeça; dificuldade de concentração e memorização, depressão, tonturas, sonolência, fadiga, irritabilidade, cólicas abdominais e dores musculares, dores nos ossos e articulações, insuficiência renal e hipertensão, além de ser tóxico para a reprodução humana. Em nosso caso, o Código Ambiental (Lei 2.855/2001), prevê Audiência Pública para discutir a questão. Será necessária ampla participação da comunidade. Devemos avaliar todas as garantias técnicas e jurídicas oferecidas pela empresa.  Se deixarmos a decisão exclusivamente nas mãos do Poder Público, o caso de Bauru pode se repetir em Rolândia!  

terça-feira, 21 de junho de 2011

Rolândia magoada...

Por Daniel Steidle, Educador Ambiental em Rolândia.
Reuniram-se, no dia 20 de junho de 2011 na Prefeitura de Rolândia, a pedido de uma agricultora, Poder Público, representantes de uma indústria de baterias (que quer se instalar no Município), agricultores, ambientalistas, vereador e um jornalista local. Em clima tenso e “magoado” ficou pouco espaço para explicações técnicas. A indústria pretende pulverizar baterias usadas separando componentes como chumbo, ácido e plástico para serem reaproveitados. Além disso, fariam montagem de baterias. Segundo a empresa “as normas de segurança e fiscalização seriam as melhores possíveis”. Os agricultores expressaram sua mágoa de serem surpreendidos com o plano em etapa tão adiantada de projeto. Suas atividades e moradias seriam diretamente atingidas por mais bem elaborado que seja o projeto. Pediu-se cópia do projeto o que foi “por enquanto” negado com a alegação que ainda precisa ser trabalhado. Foi sugerido um plebiscito. O prefeito se disse magoado, pois se foi eleito por tantos mil habitantes do município, assim sua opinião deveria prevalecer. Os ambientalistas foram “neutralizados” com a afirmação do prefeito de “ter um ambientalista de carteirinha (seu então diretor do meio ambiente há dois anos e meio), escolhido o local”. Foi afirmado que o projeto já passou pela Câmara dos Vereadores, o que não se confirmou por vereador presente. Afirmou-se que o projeto passou e foi aprovado pelo COMDEMA (Conselho de Defesa do Meio Ambiente de Rolândia) o que levantou a questão da real representatividade deste Conselho. Nas reuniões e votações do Conselho prevalece a decisão do Poder Público. Os agricultores pediram tempo para poderem se informar melhor. O prefeito relembrou da mágoa de não ter conseguido para Rolândia o lucrativo negócio do lixo metropolitano e comentou que a seguir viria a necessidade para Rolândia de um novo cemitério que “alguém teria que engolir”. Num clima de mágoa e agressão ficamos bem longe da união necessária ao desenvolvimento de um município que teria tudo para ser feliz. NOTA: A respeito da "escolha da área" vejam matéria abaixo: COVARDIA EM ROLÂNDIA!

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Covardia em Rolândia!

O prefeito de Rolândia, Joni Leman.
Não dei ouvidos aos conselhos de vários amigos e estive com Johnny Lehmann por dez anos... José Perazolo, de abençoada memória, profetizou que seríamos traídos... Estava certo. Arrependo-me de ter aceitado um cargo de diretor, no quarto escalão, desta "administração"... Permaneci apenas alguns meses, tamanhas foram as desilusões que sofri, sofro e sofrerei. Peço, portanto, desculpas à Rolândia! Contudo, não posso aceitar que o Prefeito utilize meu nome (sem apresentar quaisquer provas ou documentos) como avalista de suas decisões! Esclareço que não estou trazendo (ou apoiando) a vinda de uma indústria de chumbo para Rolândia! Não tenho (ou tive) poder decisório sobre esta (e outras) questões! Portanto, Sr. Prefeito, tenha coragem de assumir seus atos!

terça-feira, 14 de junho de 2011

Qual será o futuro de Rolândia?


Rolândia vive uma crise de identidade e tal fato merece ser melhor analisado: 1)  Já tivemos o título de “Rainha do Café”; 2)  Vivemos o trauma de várias empresas poluidoras; 3) Estamos sob um  autêntico holocausto vegetal; 4)  Há centenas de animais abandonados em nossas ruas; 5)   Somos  manchete constante de notícias sobre violência; 6)  A cidade está visivelmente suja e com alto índice de poluição sonora; 7)  Estamos perdendo muitos cidadãos com raízes e história em Nossa Terra; 8)  Estamos recebendo inúmeros  novos conjuntos  com pessoas que têm pouca ligação afetiva com a Cidade e seu Povo; 9)  Não temos opções significativas de cultura ou lazer: Do passado recente sobram poucas lembranças que passam despercebidas e acabam por desaparecer (caso do Hotel Rolândia); Neste cenário de ausência de identidade, Rolândia é procurada por empresas que nem sempre são bem vindas em outros municípios. Mesmo assim, Rolândia continua conhecida positivamente graças ao esforço de cidadãos particulares: Que contrapartida ganham essas pessoas que promovem Rolândia? Porquê dar tamanha atenção a firmas forasteiras, enquanto estabelecimentos tradicionais estão para fechar?  Qual futuro estamos semeando em Rolândia?

Divisão de acesso segue indefinida...

Após nossa vitória sobre o Foz do Iguaçu (2 x 1), publiquei um desabafo na Comunidade do Nacional que está repercutindo. A imagem acima é clara:  Público de apenas 420 pagantes e cerca de R$ 3.000,00 (três mil reais) de prejuízo para o Clube.  O setor "em tese" destinado à Torcida Ressaca Azul, estava completamente às moscas... O que está acontecendo?  Cadê a "velha guarda" da Ressaca? Pessoalmente, acompanho o NAC desde a década de 90 e já assisti (dentro e fora de casa) equipes de nível técnico bem inferior à atual. O exemplo de paixão incondicional pelo NAC veio de meu Avô, de abençoada memória, ex-Diretor  e Torcedor fiel até seus últimos dias de vida... Atualmente, não há motivos para desanimação! Temos uma ótima campanha, apesar de termos o MENOR orçamento da competição;  As regras são claras: Se houver um campeão em cada turno, 4 equipes estarão classificadas para as semifinais; Se uma equipe sagrar-se campeã nos dois turnos, o segundo classificado (por índice técnico) subirá; Fato: LEC e Serrano já começaram a encontrar dificuldades em seus jogos e, no returno, pegaremos os dois em Rolândia! A obrigação da equipe é seguir somando pontos e o nosso papel  é apoiar! Avante NAC: Tradição desde 1947!

sábado, 11 de junho de 2011

Ponto em comum...


O Eterno preenche o Universo Infinito e todos os que reconhecem esta máxima são Irmãos; Não deveriam haver quaisquer motivos para o confronto físico entre as grandes Religiões Abrâmicas. Devemos identitificar os pontos em comum e não as divergências radicais de interpretações!
(Rolândia, 10 de Junho de 2011)

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Minha experiência no Bonsaísmo...


Pratico bonsaísmo há 10 anos. Das várias árvores que cultivei no início, conservei em vaso dois exemplares de Fícus retusa. Os bonsais de árvores nativas, foram plantados no Refúgio Peroba Rosa. Presumo que o exemplar "triangular" tenha cerca de 20 anos, pois desde os meus tempos de Ginásio que o "namorava" sobre uma velha sibipiruna. No dia em que tal árvore foi abatida, resgatei-o. No decorrer desta década conferi-lhe a forma atual. Já o bonsai "copa-redonda" foi extraído do ápice de um jazigo da década de 50, no Cemitério Municipal. Estimo sua idade em 30 anos, pois o sistema radicular da planta havia tomado conta de várias paredes do mausoléu. Retirá-lo, sem danificar a estrutura, foi uma operação que levou cerca de três horas. Mas o resultado compensou. Grande parte dos neófitos em bonsaísmo, desistem por buscarem resultados imediatos. Outros por  não possuírem visão artística capaz de reproduzir as formas da natureza em vaso. Há os que  falham por noções insuficientes sobre substrato, adubação e drenagem...  Cada bonsaísta desenvolve sua técnica com o tempo... Contudo, a regra universal desta Arte Milenar pode ser resumida em paciência, conexão e respeito pelo vegetal!

quinta-feira, 9 de junho de 2011

O Clássico Pé-Vermelho: NAC x LEC!


 O Nacional Atlético Clube foi fundado em 28 de Abril de 1947. Em 1948,  foi o  primeiro Campeão  Norte Paranaense de futebol profissional. A história do LEC apresenta a provável causa desta antiga rivalidade: "O Advogado Luciano de Andrade, antes de mudar-se para Londrina, vivia em Rolândia, onde fundou juntamente com seu irmão Luiz, um dos primeiros clubes  de futebol profissional do Norte do Paraná: O Nacional A.C. Quando soube que o time do Rolândia enfrentaria o Vasco da Gama, em 1956, ele não vacilou. Tinha que ver este jogo de qualquer maneira. O Nacional venceu por 3 x 2. Quando retornava a Londrina, ao lado do médico Wallid Kauss, surgiu a discussão: "Se Rolândia pode ter uma equipe capaz de enfrentar o Vasco em condições de igualdade, porque não poderia acontecer o mesmo em Londrina?" A idéia era fascinante e merecia ser melhor debatida. Para isso, nada melhor que uma mesa de bar. Foram a um restaurante. Não poderiam ter feito escolha mais feliz, pois tão logo ficou sabendo do assunto, o proprietário do estabelecimento, Pietro Calloni, italiano fanático por futebol, juntou-se ao médico alemão e ao advogado mulato. Alguns dias depois, a quarta cadeira na mesa foi ocupada pelo gerente da agência do Banco do Brasil, Paulo Schmidt - um avalista de peso - que sugeriu o nome Londrina Futebol Clube, logo adotado. A idéia era tão boa que pelo menos duas mesas do restaurante tinham de ser reservadas para aqueles malucos que estavam fundando um clube de futebol: o juiz Ismael Dornelles de Freitas, o médico Osvaldo Palhares, o professor Silveira Santos, Camilo Simões, Fioravante Bordin, Nicola Pagan, Algacir Penteado e Francisco Arrabal. O LEC nasceu do Nacional. A influência se dá, ainda, na cor do time londrinense. Hoje, mais um capítulo desta antiga rivalidade será escrito. Nossos rivais são favoritos: Contam com o maior orçamento do certame, são líderes, têm maior preferência da Federação e jogam em casa. Contudo, no futebol são 11  x 11 e tudo é possível!  O último clássico no Estádio do Café, pelo Paranaense de 2009, foi vencido pelo Nacional por 3 x 0... Avante e sempre, NAC: Tradição desde 1947!

Parabéns, Coritiba!


Futebol é um esporte, muitas vezes, injusto. Os meninos do Coxa mereciam o título!  Não desmerecendo o Vasco que jogou com o regulamento embaixo do braço: cai-cai, cera, catimba, reclamações...  Em campo - e nas arquibancadas - a força do Sul foi sentida  e temida! Mas faltou um gol. Parabéns a comissão técnica, jogadores e torcedores! Agora é manter  a base e focar no Brasileiro!

terça-feira, 7 de junho de 2011

Pico Agudo e Paraná em 360º


Pernoite e alvorecer no cume do Pico Agudo (1.224 metros s.n.m.), Bairro Lambari, Sapopema, Norte do Paraná.  Paulo Augusto Farina, Marcos Huss, Eliandro de Aro, Anderson Marran e Iuri Inês em 07/07/07. Cume do Pico Paraná, Serra do Ibitiraquire, Antonina-PR, em Setembro de 2008. Imagens de Marcos Huss, publicadas e editadas por José Carlos Farina. Equipe Espírito Livre Montanhismo - Rolândia - Paraná: Marcos Huss, Iuri Gregório de Souza, Paulo Augusto Farina e Audinil Maringonda Jr.